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📬 Insights da Solum
Edição #55 - O que estamos lendo, ouvindo e pensando na Solum Capital
Prezado(a),
A Solum Capital compartilha, semanalmente, uma seleção de conteúdos que dialogam com os temas que norteiam nosso dia a dia. Nosso objetivo é contribuir para o debate estratégico e manter um canal permanente de diálogo com nosso ecossistema.
Nesta edição: a lição do CEO do Rock in Rio sobre transformar crise em crescimento, por que captação de fundos de private equity está virando uma negociação sob medida, a tese do CEO da Delta sobre colocar pessoas antes de tudo e a visão de longo prazo da TSE, nossa mais recente investida.
🎧 ”Crise não se desperdiça”: as lições do CEO do Rock in Rio para transformar pressão em crescimento
Luis Justo, que deixa o comando do Rock in Rio em setembro, após duas décadas à frente da Osklen e do festival, conta ao Bravamente (NeoFeed) como aprendeu que o papel da liderança não é prever todas as variáveis, mas preparar a empresa para reagir quando o planejamento deixa de fazer sentido.
Foi assim depois de um incêndio que destruiu o acervo da Osklen e que deu origem à coleção Fênix, uma das mais bem-sucedidas da marca. E foi assim também durante a pandemia, quando o Rock in Rio ficou sem receitas e sem eventos e, da paralisação, nasceu o The Town. “A gente saiu o dobro do tamanho que a gente entrou entrou no momento mais difícil da nossa vida”, resumiu Justo.
🔗 Veja a entrevista completa
📰 A captação de fundos de PE está virando uma negociação sob medida
A Mergers & Acquisitions mostra como grandes investidores institucionais estão usando o mercado de captação mais difícil para exigir bem mais do que um simples compromisso de capital em um fundo tradicional “blind-pool”. Co-investimentos, contas geridas separadamente e liquidez em secundário deixaram de ser exceção e se tornaram moeda de negociação em praticamente toda relação com um gestor.
O dado chama atenção: fundos de co-investimento já captaram bilhões por si só, e grandes LPs institucionais - de fundos de pensão a universidades - cada vez mais exigem esse tipo de estrutura antes de comprometer capital novo.
Esse é, na prática, o modelo com a qual a Solum trabalha: em vez de um fundo “blind-pool”, no qual o cotista compromete capital sem saber exatamente onde ele será alocado, estruturamos uma tese para cada investimento e damos ao investidor a opção de decidir, empresa por empresa, se quer entrar naquela oportunidade específica. O mercado institucional global está caminhando, aos poucos, para esse modelo.
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🎤 Ed Bastian, CEO da Delta: por que colocar as pessoas antes de tudo
Nesta entrevista ao WSJ Leadership Institute, Ed Bastian explica por que decidiu colocar os 100 mil funcionários da Delta antes do tradicional “cliente em primeiro lugar” e por que essa escolha foi o que permitiu à companhia atravessar a falência, pandemia e apagões tecnológicos.
É uma tese contra-intuitiva, defendida por quem viveu as piores crises do setor aéreo nas últimas duas décadas: cuidar de quem trabalha na empresa é, no fim, a forma mais confiável de cuidar do cliente e do resultado.
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⭐ TSE 2030: a visão de futuro da nossa mais recente investida
Antes da reunião trimestral da Siemens, Pedro Dorea, CEO da TSE, foi convidado por Pablo Fava, CEO da Siemens Brasil, para apresentar em primeira mão o TSE 2030, o plano estratégico que vai guiar a companhia nos próximos anos.
Durante a conversa, Dorea reforçou por que parcerias estratégicas com grande provedores de tecnologia são centrais para a estratégia de crescimento da TSE, sobretudo nos segmentos de alimentos e bebidas, agro e farmacêutico. A companhia é referência em engenharia elétrica, automação e digitalização industrial e está pronta para liderar o próximo ciclo de modernização da indústria brasileira, no qual eletrificação, automação, dados e inteligência artificial se tornam pilares de suma importância.
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📈 Ponto de vista Solum
As quatro peças desta edição, lidas em conjunto, falam sobre um mesmo tema por ângulos diferentes: o que sustenta uma empresa quando o cenário deixa de ser previsível.
Luis Justo mostra que crise, quando bem administrada, é combustível, não ameaça. A TSE, nossa mais recente investida, mostra o outro lado da mesma moeda: visão de longo prazo e parcerias estratégicas bem escolhidas são o que permite a uma empresa se preparar para o futuro antes que a pressão apareça. A Mergers & Acquisitions mostra como o próprio mercado de capital privado está migrando para um modelo de alinhamento mais direto entre quem aloca e quem recebe o capital, o modelo de co-investimento que sempre foi o ponto de partida da Solum. E Ed Bastian fecha o arco lembrando que, em qualquer cenário, é gente bem cuidada que sustenta a operação nos momentos mais difíceis.
Crise, visão de longo prazo, alinhamento de interesses e pessoas. Quatro peças diferentes do mesmo quebra-cabeça: o que realmente cria valor duradouro em uma empresa.
📣 Bastidores Solum
Nosso sócio e CEO, Donato Ramos, foi convidado a participar do Fórum Anual das Médias Empresas da Fundação Dom Cabral, que acontecerá nos dias 01 e 02 de setembro, em São Paulo. O evento reúne C-Levels e founders das principais médias empresas do país para discutir os grandes temas da tomada de decisão empresarial. De sucessão a alocação de capital, passando por IA e cenários econômicos.
🔗 Saiba mais sobre o evento da FDC
Boa leitura e um excelente fim de semana,
Equipe Solum Capital